J.K. Rowling antes de Harry Potter + Curiosidades

"Eu me lembro bem da primeira história que escrevi. Era sobre um coelho. Eu tinha 6 anos". 
Olá! Tudo bom com vocês? Eu estou ótima e aproveitando minha última semana de férias, não vou reclamar pois já estou ficando entediada de tanto ficar em casa sem ter nada para fazer, se não fosse o blog para me distrair eu já teria surtado!
Bom, vamos parar de falar de mim e seguir para o post de hoje, que tenho certeza que vocês vão amar! Encontrei uma notícia da revista Superinteressante que saiu em 2004 intitulada "A bruxa que criou Harry Potter" e que falava sobre a famosa autora e como foi sua vida antes de fazer tanto sucesso, é tipo uma biografia mas bem resumida, e é isso que trago para vocês hoje. Vou resumir ainda mais essa notícia e mostrar os pontos dela que achei mais interessantes, algumas coisas são surpreendentes! Nem eu que sou mega fã de Harry Potter sabia de algumas coisas que foram relatadas.
No dia 31 de Julho de 1965 nascia Joanne, primeira filha do casal Peter e Anne Rowling, nasceu em Chipping Sodbury, perto de Bristol (lembram que no primeiro filmes quando Hagrid vai levar Harry para a casa dos tios dele, ele diz ao Alvo e à Minerva que o bebê tinha adormecido enquanto sobrevoavam Bristol? Acho que esse nome não foi escolhido às cegas né? hahaha), oeste da Inglaterra. Outro fato interessante é que não sei se vocês repararam, mas Harry também comemora seu aniversário no dia 31 de julho.
A escritora conta que suas primeiras lembranças de infância estão relacionadas ao nascimento de sua irmã Dianne quando tinha cerca de 2 anos. Com 4 anos de idade, Joanne se mudou para Bristol, onde ela e sua irmã brincavam de fazer magia e encenavam peças de teatro. "Eu me lembro bem da primeira história que escrevi. Era sobre um coelho. Eu tinha 6 anos", recorda-se a autora.
Joanne tinha 9 anos quando a família Rowling foi morar no campo no País de Gales “Era uma cidadezinha protegida por um castelo, que ficava no alto de uma montanha”, conta a escritora em seu diário eletrônico na internet. Sua casa era próxima ao cemitério da cidade, e os túmulos se tornaram palco de muitas brincadeiras dela com sua irmã. Naturalmente, o Halloween, a festa das bruxas, no dia 31 de outubro, passou a ser o feriado preferido das meninas (talvez isso tenha contribuído para a criação de Harry Potter, castelos, cemitérios, halloween...).
Na mesma rua de sua casa morava a família Potter, e muitos anos depois, durante uma viagem de trem aparentemente chata que ela teve a ideia mais interessante e lucrativa de sua vida – a de escrever sobre a saga de um menino de sobrenome Potter. “A história foi concebida num repente. Fui obrigada a pensar nela durante as quatro horas que durou a viagem, pois não tinha caneta nem papel e tive vergonha de pedir emprestado”, conta.
Alguns anos antes, Joanne havia se formado em língua francesa na Universidade de Exeter. Escolhera este curso por pressão dos pais, que sonhavam em ver a filha seguir a carreira de secretária bilíngue. Nessa época, Joanne trabalhava para a Anistia Internacional, em Londres. Demonstrava não levar jeito para secretária. Em vez de fazer as atas das reuniões, ficava rabiscando suas histórias no papel. Em dezembro de 1990, um acontecimento trágico: sua mãe, que sofria de esclerose múltipla, morreu. Abalada, Joanne resolveu viver um tempo em Portugal, na cidade de Porto, onde passou a dar aulas de inglês. Foi lá que, traçou o plano principal da história do menino bruxo: seriam sete livros, um para cada ano de Harry na escola.
Em Portugal casou-se e teve sua filha Jessica. A autora não fala muito sobre seu casamento, mas de acordo com uma biografia não-autorizada, a relação era tomada por brigas e discussões. Quando o casal se separou, Jessica ainda era bebê, Joanne então se mudou para Escócia para ficar mais perto de sua irmã. Estava determinada a concluir seu primeiro livro. Instalada num pequeno apartamento, Joanne passava o dia cuidando da filha e, quando a menina caía no sono, levava-a com um carrinho de bebê até o café mais próximo, onde passava horas escrevendo as aventuras de Harry Potter. Chegou a ficar deprimida com falta de perspectivas e de dinheiro, pois dependia do seguro-desemprego concedido pelo governo britânico.
Quando Joanne terminou de escrever o livro, enviou o manuscrito a um agente literário e recebeu dias depois uma carta de recusa (imagina como ficou o cara que recusou o livro quando descobriu o sucesso da autora). Envio para um segundo agente literário, que acreditou no potencial da história e ofereceu à editora Boomsbury. Em junho de 1997, o primeiro livro com as aventuras de Harry Potter foi lançado na Inglaterra. A Bloomsbury sugeriu que a escritora usasse as iniciais em vez do primeiro nome, por achar que leitores meninos poderiam ter preconceito em relação a um livro escrito por uma mulher (what?). Como só tem um nome próprio, Joanne resolveu acrescentar a letra “K”, tirada do nome de sua avó favorita, Kathleen. Nasceu, assim, J. K. Rowling.
E assim conhecemos J.K. Rowling, que entrou na lista de bilionários da revista americana Forbes e que hoje é mais rica do que a rainha Elizabeth II.
Mesmo bilionária, J. K. Rowling não perdeu seu ar de pacata dona-de-casa. Uma de suas poucas extravagâncias foi comprar, em 2001, uma luxuosa mansão do século XIX no condado de Perthshire, na Escócia, onde passa a maior parte do tempo reclusa, dedicando-se ao seu principal – e lucrativo – hobby: escrever. Tímida, quase não dá entrevistas e raramente comparece a eventos sociais. Sendo assim, seu rosto não é tão familiar para o público. Por isso, J. K. Rowling ainda consegue circular nas ruas sem ser incomodada. “Raramente sou reconhecida e fico muito feliz com isso. Gosto de ser uma pessoa anônima”, afirmou durante uma entrevista. O mesmo não poderia dizer o menino bruxo que ganhou vida nos cafés de Edimburgo e, anos depois, tornou-se muito mais famoso que sua discreta e rica criadora.

E para terminar, algumas curiosidades...
- Os escritores que influenciaram J. K. Rowling
J. K. Rowling nunca negou que bebeu em várias fontes para criar a série do menino bruxo Harry Potter. Assídua leitora e de gosto eclético, ela tem alguns escritores britânicos favoritos, como Clive Staples Lewis (1898-1963), autor das Crônicas de Narnia, que em breve deverão ser filmadas pela Disney; Elizabeth Goudge (1900-1984), apontada pela própria J. K. Rowling como a autora que mais influência teve na criação de Harry Potter; e Louise May Alcott (1832-1888), autora de Mulherzinhas, um clássico da língua inglesa.
- E se o nosso herói se chamasse Haroldinho Maconheiro?
Harry Potter não teve seu nome traduzido para o português, um padrão seguido hoje pelos mais gabaritados profissionais do mercado. Se Lia Wyler, que traduziu Harry Potter para o português, tivesse optado pelo padrão antigo, um dos possíveis nomes para o personagem seria “Haroldinho Maconheiro”. Isso porque pot significa “maconha” em inglês. Potter poderia, então, com muita malícia, ser entendido como “maconheiro”. Vale registrar que potter tem outros significados mais óbvios, como “oleiro” (fazedor de potes de argila) e “enlatador de conservas”. 

14 comentários. Clique aqui para comentar também.:

Natalia M disse... [Responder comentário]

Haroldinho maconheiro kkkkk eu sou potterhead e não sabia disso gente
J.K Rowling é realmente uma diva, me pergunto como pode do nada sair toda uma história incrível como essa. J.K é uma referência pra mim, ela merece tudo o que conquistou e muito mais. Adorei o post, beijos

http://desfocandoideias.blogspot.com

Patricia Martins Bueno disse... [Responder comentário]

@Natalia M Essa foi demais mesmo né Natalia? kkkkkkk Amo ela também, mesmo com uma fortuna gigantesca ela não se esquece de quem foi um dia e também não quer ser considerada uma pessoa famosa, quer somente ser comum (mas de comum ela não tem é nada né! kkkkk).
Beijo!

Lara Lange disse... [Responder comentário]

Olááááá!
Gente Haroldinho Maconheiro iria acabaaar com a reputação de HP! jesus!
Já li algumas biografias não autorizadas da J.K. cada uma diz uma coisa diferente que não sei mais no que acreditar sabe? jahaha

Um beeijo Lara.
Blog Meus Mundos no Mundo | | Página Coração Furta-Cor

Letícia Silva disse... [Responder comentário]

Oi!! Muito legal esse post!! Ri horrores com o "Haroldinho Maconheiro" kkkkkkkk Ainda bem que a Lia Wyler não usou o padrão antigo!!

Beijos
livroscomchadastres.blogspot.com

Aline Coelho disse... [Responder comentário]

Gatona obrigada pela visita lá no blog. Estou um pouco ausente pq preciso ler uns livros de parceria para ontem, estou com o prazo curto. Além disso quinta é meu aniversário e estou organizando uma reunião para a família aqui em casa, assim que eu me reorganizar faço como sempre venho e comento em todos os posts ok!!!

Mariana FS disse... [Responder comentário]

Oi!
Acho que os nomes nunca deveriam ser traduzidos. Na saga, alguns foram, alguns não. Acho bem desnecessário, por exemplo, James virar Tiago, mas isso não desmerece em nada, né? Ainda bem que Potter manteve-se Potter, rsrs.
Não sabia que Alcott era uma influencia da JK. Sempre tive vontade de ler Mulherzinhas..agora fiquei com mais vontade ainda.
Ah...minha teoria sempre foi de que todos os que recusaram publicar Harry Potter devem ter cometido suicídio, rsrs.
Beijos
alemdacontracapa.blogspot.com

Francine Nunes disse... [Responder comentário]

Haroldinho Maconheiro kkkkkk, iria ser ma catástrofe! Ou não :p
Adorei essas curiosidades e com certeza a editora que recusou o manuscrito da JK se lamenta até hoje haha
Bjos

citacoesdeumleitor.blogspot.com.br

Lerissa Kunzler disse... [Responder comentário]

Ahhh adorei esse post!
Tanta coisa interessante!! Mas essa história de "Haroldinho Maconheiro" é hilária mesmo!! hahahaha
E realmente, eu já imaginei como os caras que recusaram publicar os livros de Rowling devem se sentir agora! hahaha
Beijos, Lerissa. :D
lerissakunzler.blogspot.com.br

Kel Araujo disse... [Responder comentário]

Po, sou da opinião de que não deveriam traduzir nome ALGUM! O pior e mais inconcebível pra mim, foi TIAGO POTTER. ALOOOWWWWWWWWW. Alguém me socorre!

beijos
Kel
www.porumaboaleitura.com;br

Denise Crivelli disse... [Responder comentário]

Poste legal, o que rejeito deve estar se roendo até hoje por ter perdido uma fortuna.

momentocrivelli.blogspot.com.br

Michelly Santos disse... [Responder comentário]

Adorei o post todo,mas o Haroldinho Maconheiro do final foi incrível! kkkkkkkkkk

http://maisumapaginalivros.blogspot.com.br/
Mais Uma Página

Aline Coelho disse... [Responder comentário]

Assim como prometido voltei: eu vi um filme contando a história da escritora e realmente ela merece tudo que conquistou pq lutou muito pelo seu sonho e sofreu ora caramba. Enfim parabéns pela ideia do post.

Leituras, vida e paixões!!!!

Dani B. disse... [Responder comentário]

Que matéria gostosa!! Sou super fã de J.K.Rowling O universo que ela criou é surpreendente!! A um tempo atras assisti um filme sobre a vida dela (uma biografia não autorizada, não me lembro mais o nome...) Mas o filme parece ter sido bem fiel a maioria das coisas. Ela merece todo sucesso que fez!!
Adorei sua matéria!! ^^

http://www.estantedanana.com.br/category/home/

Beatriz Sousa disse... [Responder comentário]

Eehehhe mas por aqui (Portugal) diz-se que seria Harry panela

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